Era uma vez uma menina triste. Um dia, sentada em sua casa, ela chorou a grande tristeza que carregava: a traição, as mentiras e a falsidade. Pensou que adultos podem mesmo, e quase sempre o querem, ser detestáveis. Já com os olhos vermelhos, ela quase sentia dó de si. Achou bonita a frase ‘dó de si’... Fechou os olhos, imaginou as notas, cantarolou a música distante e os ouvidos aguçaram-se para buscar uma canção qualquer. Ela levantou-se e começou a dançar devagarzinho. Um passo, outro, muitos outros... Sozinha na sala e na vida ela dançou e dançou e dançou. Entendeu muitas coisas enquanto dançava sozinha. Percebeu que lágrimas podiam ser passos de dança e dor podia virar música. Então ela sorriu e parou de chorar. A vida era mesmo muito difícil, pensou, mas ela podia dançar!
Fim.
26 comentários:
Ainda bem que ainda podemos dançar!
Bjs queridos!
Kê
Gostei de como ela tirou algo bom até da tristeza. São poucos que conseguem fazer isso. Garota forte.
:*
É possível sim fazer da dor uma melodia. E na melodia, fazermos da dor os passos de uma dança. A dança que nos faz levantar, que nos faz crescer e fortalecer.
Uma dança que deixe para trás a dor que uma vez foi. E que deixe a expectativa de um futuro bonito que será.
Beijos Maria!!
Dança, porque a dança é a canção do corpo...
Maria querida!
Fiquei tão feliz em saber mais um pouco de voce! A minha admiração só aumenta! Como gosto de voce! Demais, Maria...Afeto terno, materno, sincero... como é bom encontrar pessoas com as quais sentimos afinidades de imediato e que o tempo consolida, naturalmente , explicando esta empatia.
Esta postagem me remete a ultima postagem do Sam que é Zarité, uma personagem do livro de Isabel Allende; A Ilha Sob o Mar. Uma abordagem sob outra forma mas com uma mensagem clara como o da menininha triste
“O ritmo nasce
de uma ilha sob o mar, sacode a terra,
atravessa-me como um relâmpago e segue
em direção ao céu, levando as
minhas aflições...
Dance, dance, Zarité, porque escravo que dança
é livre...enquanto dança.
Eu sempre dancei.
Beijos com carinho Maria. Felicidades!
Ainda bem que podemos dançar e cantar!
Que texto encantador.
E viva a dor alheia que nos proporciona tão belas músicas e passos de dança!
Maria, fica bem!
Bjos
E dançar, assim como cantar, tem poderes mágicos. COmo diz o ditado: quem canta seus males espanta, e a dança nada mais é que cantar com os pés! Bjo
assim como ela também podia sair por ai e pedir uma cerveja ou uma coca em qualquer boteco
Oi flor, se puder dá uma passadinha no meu blog. Tem um comunicado e eu conto com a tua ajuda :3
beijos :*
Que palavras mais intensas e bonitas.
E dance, dance...!
Beijos querida ;)
Eu bailo na areia enquanto as lágrimas escorrem do meu rosto!
Tão bom ler suas palavras...
Bj
ah, vou fingir que foi pra mim, posso?
HAHAHA Achei bonito, e além de dançar ela pode muita coisa, mal sabe.. rs :)
Aliás, que blog lindo é esse ein? rs
Trabalhei a temática sobre a fase adulta no meu último post, mas naumd e forma singela que nem a sua!
SOU SUA!
...que lindo...! sério me emocionei, na simplicidade do texto, mas na profundeza da descoberta...!
Parabéns...!!!
Com os devidos créditos irei colocar nos recados do orkut e este, no Auto Ajuda{blog)
E vou te seguir...
Beijosss...
Olá! Tem selinho pra vc la no pulodepipoca! Acho lindo o seu blog. bjs
http://pulodepipoca.blogspot.com/2011/02/hello-pipocos.html
Lindo!
Dá vontade de sair saltitando!
Música e dança sempre salvam!
Sou fã dos seus textos e fou honra ter um comentário seu em um posto meu no blog!
Obrigada!
BEijos
Liz
Eu como a de seus textos e que às vezes me servem de inspiração, fiquei tão grata com o seu comentário em nosso blog!
Muito obrigada!
Beijos! =)
podia dançar e contornar assim os obstaculos que a vida impunha :)
Um menina não pode ser tão triste! Errado...
Que doce!
Oi Maria, me encantei pelo seu blog. Os textos são muito lindos. Parabéns!!!
Da uma passeada pelo meu depois.
http:www.ovelhanegrabrasil.blogspot.com
beijoo Carol
ao som daquela nossa música favorita...
beijos azuis
Viajo por mundos imagináveis
Meu olhar busca ver o belo
Caminho sempre em nuvens de algodão
As emoções sempre à flor da pele
Para alguns sou tola
Para outros sou uma louca
Para os sensíveis sou poeta
Sou tola... por acreditar na paz
Sou louca...por querer um mundo
melhor e mais justo
Sou poeta...
Por acreditar
Por sonhar
Por amar sempre!
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