30 de dezembro de 2008

Baseado em fatos reais

Ele: E o seu coração?

Ela: Desafio está lançado: quem consegue interessar o meu coração?! Façam seus lances. Ele está livre e leve.

Ela, ponderando a verdade: Isso não me importa, nem inquieta. Penso que talvez devesse inquietar-me, visto que o mundo move-se por esta procura.

Ele: Vai ver é que pelo fato de você já ter nascido toda amor, não se inquiete. E a gente, que vem chegando nele se afoba e quer sair espalhando pra tudo quanto é lado!

Mas foi assim: as coisas se conformaram na consciência dele que teve uma epifania! Ele também era todo amor!

E dois amores enxergaram-se, abraçaram-se, compreenderam-se – fatos comuns ao amor. Por fim, embriagados dessa completude, despediram-se: ‘Vai, espalha teu amor, eu espalho o meu’. Juntos descobriram-se. E juntos sabiam que deveriam deixar-se livres. E assim foi!

P.S: Um tributo à delicadeza e afabilidade que me trouxe.

Um agradecimento pela sua vida.

Pelos segredos e planos, minha admiração e lealdade.

Sua vida é um presente à minha.

8 comentários:

Gabi disse...

vamos todos espalhar nosso amor por aí!!!

Qualquer Um disse...

Cara Maria,

Gostei do diálogo.
Mas, Confesso, Fiquei um pouco "blues"com o final do diálogo. Ando em fase de querer ver finais mais tradicionais..tipo "e viveram felizes para sempre"...

Assim, ouso uma ultima frase:

"E assim se foi. Foi tão longe que um dia voltou. Livres continuaram a se prender."

Um ab
Edu

The Scientist disse...

estava preparando uma surpresa quando me deparo com este texto.
palavras existem, mas não sei como usá-las.
espero que goste!
e será assim que ano termina...
e será assim que o novo comecará!!!

The Scientist disse...

ah! vamos sim!
vamos todos espalhar o amor por aí!
e como não poderia deixar de ser:
rsrsrs...
quem agradece sou eu!
o melhor abraço

j.qualquercoisa disse...

Então é isso: o amor mostrou-se mais uma vez dentre todas as pessoas e dentre todas as situações estava ele lá, junto as todos que pensam não serem merecedores de teê-lo em suas companhias...

Ah! Se houvesse sempre as epifanias em nossos momentos mais amenos. Ah! se nossos momentos não fossem tão amenos. Ah! se pudéssemos nos desacostumar com esta sequencia insana de coisas repetidas...

Façamos nós nossa epifania diária e espalhemos todo nosso amor!

Amo-te.

fernando disse...

Bom texto, é seu?
Lembrei daquela canção do Gilberto Gil: "O seu amor, ame-o e deixe-o livre para amar.
Creio que estamos a procura do alumbramento, que é semelhante a hepifania, mas só que profano, pois este vem dos sentidos, o maravilhoso está longe do nosso alcance, que de tão perto cegou-nos.

Desnuda disse...

Mas o amor verdadeiro é sutil,leve e solidário. É amar de verdade querer somente o bem da outra pessoa. Mesmo que não estejam juntas ( e não é raro e uma utopia, mas difícil realmente).... Talvez seja mesmo um desperdício de amor a ligação entre duas pessoas assim tão despojadas da obviedade...


Grande beijo, querida Maria!

Anônimo disse...

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