7 de novembro de 2008

a saudade

E a saudade bateu. Talvez pela primeira vez ela se apresente com o mais profundo significado. A saudade que não se pode mais matar, amenizar... Quanta saudade. De quem sempre estava lá e talvez eu nem soubesse quanta quanta quanta falta faria. Saudade que traz lágrimas sem esforço, que aumenta a cada acordar e que estará presente sempre.Então, se eu pudesse também pediria à fada azul que me concedesse só mais um dia com eles. Como tem sido todas as noites, nos meus sonhos. Aquele dia comum, neutro. Risos, implicâncias, refrigerantes, pirulitos, quintal, histórias, abraços, brigas, teimosia, ele, ela. Era tão simples, estavam sempre lá. Mas não estariam para sempre, afinal. Saudade consumindo, mantendo e conduzindo. Quantos dias eu trocaria por um só. Se eu soubesse. Mas eu não sabia.

()naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre o que é viver melhor
naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória eu guardo e sei de cor
eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto, uma casa e um jardim
naquela mesa ta faltando ele
e a saudade dele ta doendo em mim(
)

4 comentários:

Desnuda disse...

Eu também trocaria muitos dias por um só, Maria....

Interessante como esta música virou um marco, quando se fala em saudade...Para mim é uma ligação tão forte!


Grande beijo, Maria!

Claudete disse...

:( Me veio a lembrança do pai ....

breno disse...

parabéns pelo texto...digníssimo.e nos inspira.hãaaaaaaaaaaam...(suspiros).

mahilda disse...

parabéns pelas belas palavras.vc é minha porta voz...esta música significa mto para mim...maria...maria... vc é um sonho real